Dos males menores ou danos colaterais

Os filmes eróticos nunca tiveram como „propósito essencial“ excitar. É verdade. Também na economia, o investimento nunca teve como „propósito essencial“ criar postos de trabalho. O „essencial“ é o lucro, custe o que custar.

Mas haverá ainda alguém que acredite que o „propósito essencial“ do nosso jornalismo seja informar? Ou o „propósito essencial“ da guerra, defender sem matar? Mas como vender anúncios ou armamento, quando neste „propósito essencial“ há milhões para arrecadar?