Arde muito mas o rastilho não pega

Isabel Monteiro faliu mais uma vez;

O PSD resigna-se com os 64 mortos;

Na caça ao governo,  o talli-ho das televisões e dos jornais  fica mais uma vez em águas de bacalhau. 

A Venezuela na Europa – mais uma vez adiada.

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Para desopilar do jornalismo „isabel-monteiro“

Uma menina muito querida entra numa loja de animais.

– „Queria um coelhinho!“ – diz, sorrindo, para o dono da loja.

O comerciante:

– „Ó meu amor, tenho aqui este, muito bonito, castanhinho, de olhos grandes e doces; e tenho este, branquinho, pêlo muito macio, uma ternurinha.“

 A pequena:

– „Não sei, mas para a minha pitón deve ser igual.“

Este estilo de vida, a grande flatulência

No fundo de nós mesmos, por qualquer inquietude, apercebemo-nos de que este life style com os seus extravagantes paneleirismos não passa de uma enorme flatulência. Aquela imensa e desagradável bolha artificial de gases inúteis que toma conta do nosso quotidiano e que impede a circulação e troca de experiências, convivências, actividades ricas e saudáveis. Facebooks, Instagrams, whatsapps, youtubes, smartfones, likes, roubam-nos de tal modo o tempo que nem tempo temos para respirar fundo, saborear um bom petisco, sentir os pés no chão durante um bom passeio. Já nem falo de pensar, pois isso só nos torna chatos, senão mesmo suspeitos.

Que alguém fale das suas flatulências e nos diga do palco e na cara que as andamos a aplaudir merece aplausos a dobrar e com todo o vigor.