„Inteligência artificial“

Há algo de impertinente na expressão „inteligência artificial“. Uma gritante contradição está lá instalada. Sendo inteligência, não é artificial; é artificial, não é inteligência. Apenas ao beneficiário último destas máquinas „inteligentes“ convém difamar e humilhar a inteligência real, pois só esta lhe consome um bom bocado das margens de lucro.

Chamar inteligência a umas quantas habilidades sofisticadas e programadas é ousado. E um insulto! O que virá a seguir? A consciência artificial?

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