Imagino, imagino, esta dor de corno!

Prostrado, frustrado, ressabiado, num canto, a ver a mulher folgazona, de quem ele sempre se julgou proprietário, a bailar entusiasmada com o outro. A democracia é mesmo assim, não gosta de morcões. Porventura até vai para a cama com eles, mas os orgasmos, esses, tem-nos sempre com o outro.