A T.I.N.A. contra a „geringonça“, quem leva a melhor?

Da TINA* portuguesa resta pouca coisa. Gurus da candonga falavam entusiasmados de uma máquina louca aspirando à eternidade. De um lado metiam-se milhões de pobres, do outro lado saía uma mão cheia de milionários, ladinos à procura de um buraco para fugir aos impostos, a informarem-se nervosos do próximo avião para um paraíso fiscal e a regressarem ávidos à cata de mais apoios do Estado.

A „geringonça“ é o que é, mas fina. Sabe de História, age com a calma gandhi de quem sabe que o futuro lhe pertence e a cautela vinda da consciência de um inimigo forte. Vista como intrínseca anomalia numa Europa turbo-megalómana a acelerar de crise em crise, corre o risco de se tornar exemplo para todo o continente.

*T.I.N.A., There Is No Alternative.

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